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    Cupins e brocas de madeira

    CUPINS (Coptotermes gestroi) – Cupim Subterrâneo
    MÉTODOS DE CONTROLE

    TRATAMENTOS CONVENCIONAIS

    O tratamento é dividido em CINCO fases.

    1. TRATAMENTO DO MADEIRAMENTO FIXO do imóvel: Compreende o tratamento de batentes e guarnições de portas e janelas, rodapés, armários embutidos, gabinetes de banheiros e cozinha, lambris, madeiramento do telhado e outros que façam parte da estrutura a ser tratada. Para tratamento das peças de madeira infestadas, utilizam-se os próprios orifícios efetuados pelos insetos para a injeção da calda inseticida e furos em locais estratégicos utilizando brocas finas (±3mm de diâmetro) para injeção da calda. Em peças de madeira que não possuem acabamento, a calda inseticida é aplicada por aspersão ou pincelamento (exemplo: Madeiramento de telhado).

    O critério para a escolha do solvente a ser utilizado é o mesmo que o descrito para o tratamento de brocas e cupim de madeira seca.

    2. TRATAMENTO DO SOLO (BARREIRA QUÍMICA), formando uma barreira química contínua, junto às paredes e estruturas para impedir a passagem dos cupins do seu ninho para dentro do imóvel. Para a execução deste serviço são utilizados equipamentos profissionais com alta capacidade de perfuração, para executar furos entre 30 a 40 cm de distância, no piso da edificação, em todo o perímetro do imóvel, até que se encontre o solo. A partir destes furos faz-se a aplicação da calda inseticida, com volume de 5 (cinco) a 6 (seis) litros por metro linear, para formar a barreira química que vai impedir o acesso dos cupins às estruturas da edificação.

    3. TRATAMENTO DE JARDINS, FLOREIRAS E ÁRVORES através de infiltrações diretas no solo. Para execução deste serviço, utilizamos equipamento apropriado (TRADO) com jatos ortogonais facilitando assim a penetração da calda inseticida no solo de forma a cobrir grandes áreas.

    4. TRATAMENTO DA REDE ELÉTRICA, TELEFONIA E DADOS da estrutura. Será aplicado no quadro de distribuição, inseticida de formulação pó, não ocasionando riscos à rede elétrica. Os eletrodutos (conduítes) servem como canais de ligação para os cupins se ramificarem para diversos locais do imóvel e, o tratamento destes locais impede a movimentação dos insetos nessas áreas.

    5. TRATAMENTO NA ESTRUTURA em si, como por exemplo, rodatetos e rebaixamentos de gesso, azulejos, vãos estruturais (caixões perdidos), juntas de dilatação e geminação, paredes duplas, shafts, colunas hidráulicas e elétricas, etc. Estes espaços também são explorados pelos cupins quando estão em busca de alimento para a colônia e alguns deles são propícios para formação de colônias secundárias.

    TRATAMENTO COM SISTEMA SENTRICON* DE ELIMINAÇÃO DE COLÔNIAS DE CUPINS SUBTERRÂNEOS

    A CCPU em parceria com a DowAgrosciences, realiza o tratamento pelo método de Iscagem, denominado Sistema SENTRICON, que é indicado para tratamento de infestação de cupins subterrâneos através do seguinte procedimento:

    • Constatação da infestação de cupim subterrâneo pela espécie Coptotermes gestroi;
    • Instalação dos componentes do Sistema SENTRICON. Nas áreas externas, são instaladas no entorno do perímetro da estrutura a ser tratada, as Estações de Solo e nas áreas internas e externas, onde houver os vestígios da ação de cupins subterrâneos (Túneis de forrageamento) procede-se à instalação das estações/iscas aéreas (Recruit AG);
    • Após a instalação, procedem-se as inspeções periódicas, inicialmente mensal ou quinzenal quando ocorrerem infestações altas;
    • O período de contrato de SENTRICON é de dois anos, de forma que a CCPU realiza os monitoramentos até a completa eliminação da atividade da colônia de cupins;
    • Todo o serviço realizado é acompanhado de emissão de relatórios informando os procedimentos técnicos adotados;
    • Preenchimento dos relatórios – Prolinx Paper;
    • Registro das Informações – Prolinx (Sistema informatizado de gerenciamento do programa).

    PROCEDIMENTO DE INSTALAÇÃO

    Estações de solo

    1.  O Controlador deve previamente definir os pontos de instalação das Estações de solo. Os pontos devem ser locados no entorno do perímetro da estrutura alvo, de forma que a Estação fique em contato com o solo;

    2.  Definidos os pontos, proceder à abertura dos buracos onde serão instaladas as Estações de solo. Colocá-las em seguida nos respectivos buracos;

    3.  Anota-se o código de barra de cada Estação de solo no Relatório de Monitoramento – Prolinx Paper e, nas Estações, anotam-se os respectivos números de cada uma em sequência de ordem crescente (1, 2, 3, …);

    4.  Marcam-se os pontos de localização em um croqui da área instalada.

    Estações Recruit II

    1.   Durante os monitoramentos periódicos, o Controlador, ao constatar atividade de cupins nc dispositivo de monitoramento da Estação de Solo, deve proceder a instalação da isca Recruit II;

    2.  Primeiramente deve-se preparar a isca Recruit II, anotando seu código de barras no Prolinx paper, conforme instruções da Dow, e umedecendo-a com água. Enquanto a isca está absorvendo umidade, fazer o auto-recrutamento conforme a seguir;

    3.  Remover com cuidado o dispositivo de monitoramento da Estação de Solo. Em um recipiente plástico, recrutar alguns cupins. Transfirí-los imediatamente à isca Recruit II. Remover o selo plástico da isca e introduzí-la na Estação de Solo;

    4.  Fechar a Estação de Solo.

    Estação/isca Recruit AG

    1.  Quando detectada a presença de cupins ativos (vivos) na estrutura, o Controlador deve-se proceder a instalação da estação/isca Recruit AG;

    2.  Abrir a embalagem plástica da estação/isca Recruit AG, retirar do seu interior o saco plástico com os parafusos de Fixação. Obs.: No caso de uso de fita adesiva para fixação, descartam-se os parafusos;

    3.  Na instalação, recortar a Fita adesiva nas dimensões para fixação de pelo menos quatro pontos nas extremidades da estação/isca. Umedecer a isca e colocá-la sobre o túnel de forrageamento, prendendo-a com parafusos ou Fita adesiva;

    4.  Antes de fechar a estação/isca, anotar o código de barras no Prolinx paper;

    5.  Fechar a estação/isca;

    6.  Na tampa da estação/isca, anotar a numeração da seguinte forma: 1.1, 2.1, 3.1, … onde o primeiro número indica a posição da estação/isca e o segundo número indica a quantidade de iscas na mesma posição. Por exemplo: Se na estação/isca 2.1, em um dado monitoramento for necessária a colocação de mais uma estação/isca na mesma posição (pilha), a nova numeração passará a ser 2.2, ou seja, posição 2 com duas estações/isca.

    CUPINS DE MADEIRA SECA E BROCAS DE MADEIRA

    1. O diagnóstico da infestação é feito através do resíduo deixado pela ação do inseto (pó fino, com textura de talco no caso de Brocas de Madeira e pelotes fecais granulados no caso de Cupins de Madeira Seca).

    2. A calda cupinicida pode ser preparada diluindo-se o produto com o solvente, podendo ser água ou Isoparafina. A calda cupinicida preparada com água é utilizada no caso de tratamento de peças de madeira maciças, ou seja, quando não houver riscos do empenamento da madeira a ser tratada. Quando se tratar de madeira processada, como compensado, aglomerado ou madeiramento envelhecido, a calda cupinicida dever ser preparada com hidrocarboneto (isoparafina).

    3. Aplicar calda cupinicida através de agulhas adaptadas no bico do pulverizador diretamente nos orifícios deixados pelos insetos, com o objetivo de atingir as galerias fazendo com que a calda chegue a rainha de forma a interromper o processo de postura de ovos, interrompendo assim o ciclo dos cupins. Outras castas atingidas pela calda também serão eliminadas.

    4. Caso seja necessário, deve-se fazer furos adicionais a peça a ser tratada para injeção da calda cupinicida.

    Atomização: consiste em aplicar a calda inseticida através de equipamento denominado ATOMIZADOR, o qual gera uma névoa fina de forma a impregnar o ambiente com o princípio ativo do produto. Micropulverização nas paredes internas e externas da estrutura com inseticida microencapsulado, com objetivo de distribuir uniformemente as partículas da calda inseticida nas paredes e formar assim uma barreira química que impede a entrada das pragas.

    Armadilhas UV: Instalação de armadilhas luminosas (UV), para captura e controle/monitoramento dos insetos.

    Aplicação de larvicidas: No caso de MOSQUITOS E PERNILONGOS, a aplicação de larvicida ou produto a base de cloro em áreas com acúmulos de água podem auxiliar no combate à proliferação de mosquitos, pois esses locais servem de “berçário” para a proliferação de mosquitos. O melhor método, com certeza, é a eliminação dos pontos onde a água se acumula.

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